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Lavandário em Cunha com crianças

Conteúdo atualizado em 2 de junho de 2025

Este deveria ser um post praticamente só com fotos, de tão lindas que ficaram! Aproveitamos um dos vários feriados do mês de abril para ir até o Lavandário, encravado no meio das montanhas da serra Cunha-Parati.

Cunha é uma cidadezinha estilo Campos do Jordão, bem menor e menos badalada mas que também tem seu charme. Marido já fez vários passeios de bicicleta naquelas redondezas, mas nós todos juntos só havíamos ido uma única vez há uns 4 anos, quando almoçamos num restaurante bem no meio do mato e passeamos rapidamente pelo centrinho. A cidadezinha é famosa pela cerâmica produzida nos vários ateliês espalhados por todo canto. Há também vários hotéis-fazenda nos arredores pra quem quiser se hospedar por ali (Cunha fica a cerca de 50 km de Guaratinguetá, através de estrada mão dupla e bem sinuosa – recomendo ir de dia para apreciar a vista, que é linda).

Havíamos visto no Globo Rural a história do lavandário (veja aqui a reportagem completa): uma publicitária paulistana, que comprou um sítio no meio da serra e começou a cultivar as lavandas, extraindo os óleos para confecção dos mais diversos produtos – xampus, hidratantes, colônias. O clima da região é bem parecido com o de Provence, na França, lugar super conhecido pelas plantações de lavanda.

Partimos num sábado após o almoço – de casa até Guaratinguetá quase uma hora, e de lá a Cunha mais uns 45-50 minutos subindo a serra. Para chegar ao lavandário é preciso passar a entrada da cidade e continuar na estrada por mais 8 quilômetros.

Para entrar no sítio paga-se R$ 10 por pessoa (crianças não pagam) e é possível entrar com o carro (aviso aos nervosos e donos de carros pouco potentes: a subida até o estacionamento é super íngreme – malinhas adoraram, eu quase infartei – e o estacionamento é bem justo). Mas chegando lá a vista compensa e muito: do alto é possível ver as plantações por todos os lados, rodeadas pelas montanhas. O lugar oferece massagens (que precisam ser agendadas com antecedência), vivência no cultivo de lavandas, e outras coisas que podem ser encontradas no site, mas é legal somente chegar lá e apreciar o visual. Há uma lojinha com café, onde pode-se experimentar chás aromatizados com lavanda (tomamos o branco, delicioso!), e uma porção de produtos à venda: sachês, hidratantes, creme para as mãos, etc – nada muito barato, mas há amostras de quase tudo para experimentar.

Chegamos lá por volta das 3 e pouco da tarde, estava sol e temperatura agradável. Mas assim que o sol começou a ir embora esfriou bastante, por sorte (e esperteza da mamãe aqui!) levamos casacos e conseguimos ficar apreciando o pôr do sol sem passar frio. E como somos uma família com rodinha nos pés, ao invés de ir para a casa seguimos pela serra até Parati para comer uma pizza no centro histórico… Em distância é perto (cerca de 38 km), mas a serrinha é pura curva e leva-se cerca de uma hora até lá (já havíamos feito esse trajeto de dia, quando voltamos de Ilha Grande – contei aqui-, e é um caminho lindo).

Em resumo: passeio gostoso, super diferente, perfeito para quem não tem preguiça de viajar de carro (e nem enjoa nas curvas), uma experiência de contemplar a natureza que os meus malinhas amaram, e a chance de tirar fotos lindas – e falando nisso, vamos a elas…

Outros pontos turísticos de Cunha

  • Como outras regiões serranas, a cidade é conhecida pelas cervejas artesanais – e em um fim de semana conseguimos conhecer algumas das melhores cervejarias de Cunha.
  • Que tal conhecer uma plantação de oliveiras? Fizemos a visita guiada ao Olival e super recomendamos!
  • O mais famoso mirante da Serra da Bocaina fica em Cunha – nós fizemos a trilha da Pedra da Macela e comprovamos que o visual de lá de cima é mesmo incrível!
  • Para ler um resumo do que fazer na cidade, confira nosso post com os top 8 passeios em Cunha.

Onde se hospedar em Cunha

A cidade vive do turismo e oferece muitas opções de hospedagem, das mais simples às mais charmosas. De modo geral, as pousadas mais simples ficam no centro da cidade, e as mais bonitas ficam espalhadas pela zona rural, nos trechos da rodovia Cunha-Paraty mais próximos da cidade. É possível também se hospedar dentro de alguns pontos turísticos: no Olival há alguns chalés, e o Contemplário oferece um chalé fofíssimo, todo em madeira e vidro.

Abaixo algumas opções de hospedagem muito bem avaliadas pelo Booking:

Para ver outras opções, clique no mapa abaixo:


Reserve visitas guiadas, excursões e transfers na região de Cunha e Paraty pelo nosso parceiro Civitatis.


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Quem Somos

Somos uma família de 4: eu, Cíntia, engenheira de formação mas que sempre gostei de escrever e viajar; marido, que me acompanha nas viagens desde 2009; e nossos dois malinhas, Letícia e Felipe, atualmente com 16 e 13 anos, que carregamos por todos os lugares desde que ainda estavam na minha barriga.

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Respostas de 4

  1. Ahh eu tenho tanta vontade de conhecer o lavandário de Cunha! Nunca deu certo de ir, mas vou planejar no próximo mês. Adorei as dicas e as fotos 🙂

    1. Não. Pelo que vi ficam a cerca de 100 km um do outro – colocando no Google Maps dá para ver direitinho os caminhos e a distância.

  2. Tenho muita vontade de conhecer o lavandário de Cunha… Que ideia de passeio gostosa! As paisagens são lindíssimas!!

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