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8 autoras contemporâneas que nos fazem viajar

Conteúdo atualizado em 8 de janeiro de 2024

Março é o mês da mulher e nada mais justo que falar de mulheres neste mês, não é mesmo? Por isto neste post vamos falar de autoras contemporâneas de sucesso, que nos fazem viajar sem sair de casa.

Há muitas delas que têm feito sucesso nas últimas décadas. Inclusive foi criado até o pejorativo termo “chick-lit” (algo como “literatura para meninas”), como se as obras criadas por essas mulheres não fossem literatura de verdade – um tremendo preconceito, afinal literatura boa não tem nenhuma obrigação de ser erudita e pode sim também ser entretenimento leve. E com frequência essas autoras abordam temas complexos e importantes mas de maneira leve e divertida, o que não diminui a qualidade da leitura.

Há bastante tempo tenho investido na leitura de autoras femininas, por vários motivos – além de ajudar a prestigiar novas escritoras, é quase certo que as histórias escritas por elas tenham protagonistas femininas e abordem temas pouco abordados por autores do sexo masculino. Abaixo uma lista de oito delas, algumas autoras consagradas, outras mais jovens, mas todas têm produzido obras bem-sucedidas nos últimos anos – e para fechar a lista, mais duas dicas de bônus.

1- Autoras contemporâneas: Helen Fielding

Essa lista não poderia começar com outra autora senão Helen Fielding, a inglesa que criou a famosíssima personagem Bridget Jones em 1996 e foi uma das pioneiras do estilo “feminino” na literatura contemporânea. Os quatro livros da personagem (O Diário de Bridget Jones, Bridget Jones: No Limite da Razão, O Bebê de Bridget Jones e Bridget Jones – Louca pelo Garoto) foram vendidos em mais de 40 países e três deles se tornaram filmes de sucesso.

Helen Fielding e Bridget Jones, representada no cinema pela atriz Renée Zellweger

Não houve mulher que não se identificasse em alguma medida com a divertida e carismática Bridget, independente da sua nacionalidade – especialmente para quem tinha 30 e poucos anos no final da década de 90 e início dos anos 2000. Radicada em Londres, Bridget nos faz viajar pela vida de uma mulher solteira na casa dos 30 anos, com todas as suas dúvidas e incertezas. E sempre de forma muito engraçada e explorando situações inusitadas, a autora passeia por temas comuns a quase todas as mulheres: a busca pelo amor, satisfação profissional, amizades, problemas familiares, casamento, maternidade – o que explica seu sucesso há tantos anos.

“Uma mulher não deve viver através da vida dos homens, mas sim ser completa em si mesma como uma mulher de substância.” – trecho de O Diário de Bridget Jones

2- Autoras contemporâneas: Marian Keyes

A irlandesa Marian Keyes começou sua trajetória de sucesso em 2003 com o romance Melancia, que conta a história da protagonista Claire Walsh. Abandonada pelo marido no dia do nascimento de sua primeira filha, ela procura ajuda em sua excêntrica (e divertidíssima) família – e é nesse primeiro livro que os leitores passam a conhecer a mãe e as irmãs da família Walsh, que ganharam posteriormente seus próprios livros.

A autora Marian Keyes na Bienal do Livro, em 2016

Mas entremeados aos romances onde as garotas Walsh são protagonistas (sim, é uma família essencialmente feminina, e cada livro é focado em uma das irmãs), a autora lançou outros livros, sempre abordando uma visão feminina das histórias, e sempre de maneira divertida e levemente sarcástica.

Os temas variam bastante, especialmente nas obras mais antigas: relacionamentos abusivos (em Cheio de Charme), relações de amizade (em Sushi e É Agora… Ou Nunca), depressão (em Chá de Sumiço), vício em drogas (em Férias), aborto (em É Agora… Ou Nunca), luto (em Tem Alguém Aí?), traições (em Um Bestseller para Chamar de Meu). Já os romances mais recentes abordam com bastante ênfase as relações familiares, de certa forma espelhando o amadurecimento da autora – ficam para trás os perrengues de mulheres jovens e solteiras e seu olhar se volta para mulheres mais maduras, com relacionamentos longos, filhos crescidos e carreiras já estabelecidas, como em Dando Um Tempo e Adultos.

A maioria dos livros se passa em Dublin e arredores – afinal, Marian é irlandesa – mas em alguns livros ela nos faz viajar de fato, como em Los Angeles e Tem Alguém Aí, que se passam em grande parte em Los Angeles e Nova York, respectivamente.

O que não nos mata nos deixa mais engraçados.” – trecho de Um Bestseller para Chamar de Meu

3- Autoras contemporâneas: Elena Ferrante

A autora italiana Elena Ferrante (cujo nome verdadeiro ninguém sabe) é um mistério por si só – desde 1991, quando publicou seu primeiro livro, suas raras entrevistas são sempre por escrito e intermediadas por sua editora. A justificativa para tanta discrição é manter a liberdade para escrever sem nenhuma influência de sua imagem pública. Por conta de tanto mistério já cogitou-se até que fosse um homem, mas nada foi comprovado até hoje.

Autora já consagrada de diversos livros, ficou ainda mais famosa depois que seu romance A Filha Perdida foi adaptado como filme pela Netflix. Nesse livro, assim como em suas demais obras, Elena Ferrante aborda aspectos da vida considerados muito incômodos e a leitura pode desencadear sentimentos conflitantes. Nesse livro em especial acompanhamos as férias de Leda, a protagonista, ao sul da Itália, numa viagem que desperta lembranças e revelações surpreendentes sobre as contradições da maternidade.

O livro e uma das cenas de A Filha Perdida

Outras obras suas também adaptadas às telas foram seu primeiro livro, Um Amor Incômodo, que virou filme, e o mais recente A Vida Mentirosa dos Adultos, que se tornou uma série da Netflix – ambas histórias que se passam em Nápoles, assim como a sua famosa tetralogia napolitana: A Amiga Genial, História do Novo Sobrenome, História de Quem Foge e de Quem Fica e História da Menina Perdida.

Você ama pela vida inteira pessoas que nunca sabe realmente quem são.” – trecho de História do Novo Sobrenome

4- Autoras contemporâneas: Liane Moriarty

A australiana Liane Moriarty escreve desde 2004 mas ficou realmente conhecida após seu livro Pequenas Grandes Mentiras ser adaptado como série em 2017. Embora suas histórias aparentem leveza – as protagonistas normalmente são mães de classe média, com filhos, maridos e vidas comuns – a autora sempre dá um jeito de se aprofundar nas relações, escancarando segredos, mágoas, situações mal resolvidas, dando um nó na cabeça dos leitores. Com todos esses ingredientes narrativos, não à toa outro livro seu foi recentemente adaptado às telas: Nove Desconhecidos, que virou uma série de sucesso.

A autora Liane Moriarty

“As aparências enganam” parece ser seu lema, e em todos os livros os segredos escondem um crime ou acidente trágico, entrelaçando os personagens. Assim é em O Segredo do Meu Marido (título bem autoexplicativo), Segredos de Família (também entrega que há um segredo na história) e Até que a Culpa nos Separe.

Por vezes, essa é a essência de um casamento feliz, não é? A capacidade de fingir.” – trecho de Pequenas Grandes Mentiras

5- Autoras contemporâneas: Jenny Colgan

Se a intenção é uma leitura para deixar o coração quentinho, a escritora escocesa Jenny Colgan é a melhor opção! Autora de mais de 40 livros, entre adultos e infantis, essa jovem escritora nos leva a viajar por vários diferentes lugares junto de suas protagonistas: ilhas e vilarejos da Escócia (em A Pequena Ilha da Escócia, A Pequena Livraria dos Sonhos, Um Novo Capítulo para o Amor e Um Lugar Muito Distante); França (em A Adorável Loja de Chocolates de Paris); Inglaterra (em A Padaria dos Finais Felizes).

A autora Jenny Colgan

Em comum a todos eles, protagonistas jovens, insatisfeitas com a vida que levam, que são obrigadas pelas circunstâncias a se mudar para um lugar novo. E obviamente essa nova vida traz conflitos mas também satisfação profissional e um novo amor, sempre com final feliz. Falando assim parece que todas as histórias são iguais, mas a diversidade de locais, de características das protagonistas, de conflitos pessoais, torna cada livro único – mas sempre com a certeza de terminar bem.

Ah, e como a autora adora cozinhar, vários dos livros incluem um posfácio com as receitas dos pratos citados ao longo das histórias, um detalhe que deixa os leitores ainda mais próximos dela.

“O importante é fazer alguma coisa. Se cometer um erro, é só consertar. Mas se você não fizer nada, nunca terá nada para consertar. E a sua vida pode acabar virando um arrependimento sem fim.” – trecho de A Pequena Livraria dos Sonhos

6- Autoras contemporâneas: Beth O’Leary

A mais jovem autora dessa lista (tem pouco mais de 30 anos), a inglesa Beth O’Leary se tornou um fenômeno de vendas com seu primeiro romance – Teto Para Dois. Publicado em 2019, a inusitada história de duas pessoas que dividem um apartamento sem nunca se encontrarem, mas que se apaixonam mesmo assim, conquistou o coração de muita gente. Não que o livro seja superficial, já que o tema da violência doméstica está ali nas entrelinhas o tempo todo. O sucesso desse livro foi tanto que seus direitos já foram comprados e a história deve se tornar uma minissérie em breve.

O segundo romance da autora – A Troca – também parte de uma situação inusitada: avó e neta trocam de casas (e vidas) por um tempo: a jovem neta passa a viver na cidadezinha da avó, no interior da Inglaterra, e a avó quase octogenária vai passar umas semanas em Londres. O grande pano de fundo aqui é o luto e suas nuances, e em como mudanças radicais podem ser necessárias em determinados momentos da vida.

A autora Beth O’Leary no lançamento de seu livro mais recente

A autora publicou mais dois outros livros recentemente – Na Estrada com o Ex, que conta a história de um ex-casal que se vê obrigada a fazer uma roadtrip juntos, e Mesa Para Um, que reúne três mulheres, de cidades diferentes, na desagradável situação de namorarem o mesmo homem. Tudo indica que a autora seguirá uma carreira de sucesso, com suas protagonistas 100% humanas, sempre bem amarradas em histórias criativas.

“Se está abraçando alguém apertado o suficiente, você pode ser ao mesmo tempo quem oferece o ombro e quem chora. – trecho de A Troca

7- Autoras contemporâneas: Jenna Evans Welch

Rotulada como autora de romances adolescentes, a norte-americana Jenna Evans Welch vai bem além disso – embora suas protagonistas sejam de fato adolescentes, seus livros são bem costurados e nos fazem viajar de verdade, tamanha a riqueza de detalhes dos cenários. Seu livro de estreia, Amor & Gelato, inspirado em seus próprios anos de adolescência passados em Florença, fala sobre luto, maternidade, primeiros amores, tudo em meio a lindas paisagens na Toscana. Dica: o filme da Netflix inspirado no livro é muito inferior, modificando a história em partes importantes e infantilizando demais os personagens. Na dúvida entre o livro ou o filme, fique com o livro.

A autora Jenna Evans Welch na Bienal do Livro em 2022

Seus livros seguintes, também protagonizados por adolescentes passando por algum tipo de crise pessoal, nos levam à Irlanda (Amor & Sorte), à Grécia (Amor & Azeitonas) e à mística cidade de Salem, nos EUA (Feitiço para Coisas Perdidas). Entretenimento da melhor qualidade para quem busca esse tipo de literatura.

Pode até parecer óbvio, mas morar num cemitério me faz pensar na morte. Aqui há uma ordem que não existe na vida real, e acho isso estranhamente reconfortante. Talvez essa seja a beleza da morte. Nada mais é complicado. Tudo é fechado e definitivo.” – trecho do livro Amor & Gelato

8- Autoras contemporâneas: Colleen Hoover

Dessa lista de autoras contemporâneas, a norte-americana Colleen Hoover certamente é a que mais se afasta do rótulo “chick-lit”: seus livros têm muito suspense, reviravoltas, sexo, traições e reflexões sobre temas como violência doméstica e abuso psicológico. Sua própria história surpreende – quando publicou seu primeiro livro, Métrica, em 2012, vivia modestamente num trailer com o marido e os filhos e nunca imaginaria que se tornaria uma escritora de sucesso. Sete meses depois, o livro se tornou um best-seller nos EUA.

A autora Colleen Hoover

Mas ela realmente conquistou o mundo e o Brasil com seu romance É Assim Que Acaba, publicado em 2018 e que virou uma febre no TikTok. Hoje ela acumula mais de 20 livros publicados e é considerada um fenômeno literário, com milhões de livros vendidos no mundo e vários deles nas principais listas de bestsellers. Além de É Assim Que Acaba, outros sucessos no Brasil foram sua sequência É Assim Que Começa, Todas as suas (Im)perfeições (que segue a linha dos dois anteriores), Verity (um suspense psicológico de arrepiar) e Até o Verão Terminar (uma história de amor e despedidas).

Não paramos de amar uma pessoa só porque ela nos magoou. Não são suas ações que magoam mais. É o amor. Se não houvesse amor ligado à ação, a dor seria um pouco mais fácil de suportar.” – trecho de É Assim Que Acaba

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Bônus 1: Jojo Moyes

Essa era uma lista de 8 autoras mas não dá para deixar de fora a inglesa Jojo Moyes, autora do estrondoso sucesso Como Eu Era Antes de Você. A história da protagonista Lou Clark ganhou duas sequências em livros (Depois de Você e Ainda Sou Eu) e ainda virou filme (não tão bom quanto o livro, vale dizer).

Mas Jojo Moyes, além do talento para criar personagens femininas interessantes e histórias rocambolescas, também encanta os leitores-viajantes em quase todos os seus livros pois nos leva viajar para outros lugares. Tanto que mereceu um post só pra ela, com resenhas dos romances mais marcantes nesse quesito: Viajando através dos livros de Jojo Moyes.


Bônus 2: Livro O País das Mulheres

Escrito pela romancista e poetisa nicaraguense Gioconda Belli, O País das Mulheres é o livro perfeito para ser lido no mês de março, pois permite uma ótima reflexão de quão profundas teriam que ser as mudanças na sociedade (e na política) para uma divisão mais equivalente de poder entre homens e mulheres.

Falando assim, parece que o livro é difícil de ler – o oposto do que de fato é. Uma mistura de realismo fantástico, comédia e utopia, o livro se debruça sobre a questão: como seria um país 100% governado por mulheres? No caso, o país é o fictício Fáguas, na América Latina que, como seus demais vizinhos, sofre com consecutivos governos corruptos formados por homens. Até que, com um empurrãozinho da natureza, um partido totalmente formado por mulheres elege uma presidente que promove mudanças profundas no modo de governar. Mais detalhes seriam spoilers dessa história envolvente, engraçada e que faz refletir muito. Só fica a dica: vale a leitura!


Mais livros de mulheres aqui:


Este post é parte de uma blogagem coletiva com o tema MULHERES. Mais uma iniciativa do Grupo 8on8, do qual fazemos parte, onde os blogs integrantes desenvolvem um tema comum, ilustrando com apenas 8 fotos e publicando no dia 8 de cada mês. Vale conferir os demais posts!


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16 respostas

  1. Caramba Cíntia, acho que não temos o mesmo gosto literário, porque tirando a Elena Ferrante, não li nada dessas autoras. Vá, conheço o Diário da Bridget Jones, mas só a versão cinematográfica. Vou procurar outros da sua lista numa próxima ida às livrarias

  2. Adoro as suas dicas de leituras e esse post sobre autoras contemporâneas foi tão gostoso de ler! Muito bom saber mais sobre outras obras além daquelas mais famosas. Já salvei para poder correr atrás dos livros.

  3. Uau! Amava pegar livros aleatórios para ler e você me motivou a voltar com as minhas leituras por temas diversos. Hoje em dia, eu estou mergulhada na leitura referente ao universo infantil, mais especificamente bebês até 1 ano de vida.

    O crescimento de mulheres escritoras é importante, pois elas retratam a sofrencia do dia a dia. O mais interessante em tudo isso é como nós mulheres precisamos nos reinventar a cada momento para conquistar uma lugar ao Sol… fato esse ocorre devido a mente machista da sociedade.

    Vejo muito claro como mãe agora. Nesse universo, quando algo sai errado ou foi porque a mãe não soube cuidar direito ou porque ela é desatenta/preguiçosa.

  4. Oi Cintia, adorei suas sugestôes de autoras contemporâneas que nos fazem viajar! Eu como boa leitora que sou, já li alguns livros de algumas das autoras citadas e curti bastante. Para ser sincera, não curti o que li da Ferrante e ela é super bombada né? Todo mundo fala dela…
    Bridget Jones é pura diversão!

    1. Dessa lista, a Elena Ferrante é a que menos gosto e só a incluí porque ela é mesmo muito famosa. Fiquei incomodada como ela retratou a maternidade no livro que li, e hoje em dia dou preferência a leituras mais leves. Tenta as outras, Mari, vc vai gostar!

  5. Ler é tudo de bom né? Os livros sobre viagens nos dão o ponta pé inicial para querermos conhecer outros lugares né? Amei a seleção de escritoras

  6. Ah, que post maravilhoso, adorei as resenhas. Tenho lido majoritariamente livros do clube que assino, e dos que mais gostei foram A Pintora de Henna (Alka Joshi), Somos todos Adultos Aqui (Emma Straub) e Os Cem anos de Lennie e Margto (Marianne Cronin). Li os da Helena Ferrante e adorei, conheci uma parte da história da Itália que não me era familiar e viajei por Nápoles e Pisa com ela. Assisti a duas temporadas da série italiana, mas não sabia que tinha na Netflix esse longa metragem, já está salvo na lista.

    Quanto à classificação chick-lit, acho o termo pejorativo mais no sentido de que são obras voltadas para o universo feminino, não que sejam obras de baixa qualidade literária.

  7. Que legal suas dicas de 8 autoras contemporâneas, Cíntia, já li O Diário de Bridget Jones e assisti os filmes dos dois primeiros livros da série, porém não sabia que a autora tinha escrito mais dois, vou procurar para dar sequência à história desta personagem que adoro!
    As demais não conhecia, sempre bom ter dicas de ótimos livros, obrigada.

  8. Amei essa lista! Imagino que tenha sido difícil de elaborá-la! Seria uma lista com muitos bônus!
    hahahahah
    Ferrante me encanta a tempo, mesmo antes da série HBO fazer sucesso (um jornalista fdp descobriu quem é a Ferrante, mas nao me importa)… Vou a Napoli sempre que a leio
    Tem outra que curti bastante e que me farà um dia ir para Escócia: a Diana Gabaldon, que escreve a saga da série Outlander (a série fiou sem graça, mas devorei todos os livros jà publicados)
    😉

  9. Que autoras incríveis que estão nesta lista. Confesso que ainda não li nenhum livro de Elena Ferrante mas estou super curiosa para o fazer.

  10. Concordo totalmente com a vibe de prestigiar autoras contemporâneas. O lance do “chick-lit” é puro preconceito literário, né? A diversidade de vozes femininas enriquece a cena literária. E quem disse que literatura boa tem que ser séria o tempo todo? Às vezes, um toque de humor e leveza faz toda a diferença. ✨ Quebrando padrões e explorando temas importantes, essas autoras são a prova de que a escrita feminina vai muito além de “literatura para meninas”. Vou conferir a lista, com certeza!

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